Gustav Klimt Recriado Pelo Fotógrafo Inge Prader


O fotógrafo austríaco Inge Prader recriou algumas das obras-primas de Gustav Klimt no ensaio Style Bible, exposição que fez parte do evento Life Ball Charity, que aconteceu em maio de 2015 em Viena.
Prader contou com uma equipe com mais de 50 profissionais trabalhando neste projeto. Modelos, maquiadores, figurinistas, cenógrafos, iluminadores e muitos outros profissionais trabalharam para recriar as imagens fascinantes e carregadas de erotismo da conhecida "fase de outro" de Gustav Klint.
O Life Ball é um evento com a finalidade de levantar fundos para ajudar as pessoas com HIV/AIDS. 










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Erotic Body Art


Em um mundo cada vez mais competitivo como o das artes plásticas atualmente, muitas vezes não basta apenas ser dotado de talento.
O artista plástico e performer Brent Ray Fraser é uma prova disso. Apesar de dominar várias técnicas, o artista que começou a pintar usando os dedos quando criança só ganhou notoriedade aos 30 anos quando passou a usar seu pênis como pincel.


Ele se diz fascinado pelo corpo humano. Esse fascínio talvez seja mais pelo próprio corpo, bem trabalhado em muitas horas semanais de malhação, e por seus outros dotes.
Nu em seu ateliê, Fraser se sentia completamente excitado ao pintar. Ele passou a usar o próprio pênis como pincel e a criar performances onde seu corpo tem um papel central na composição de suas obras.
Em 2009 ele resolveu levar a público essas performances e a expor suas telas pintadas com seu pau e assinada com seu DNA. Diz a lenda que Fraser se masturba sobre cada obra ao final da pintura.


A estratégia de marketing deu certo. Além de vender suas telas, ele passou a se apresentar como artista performático e criou um canal na internet onde comercializa seus vídeos de "sexo arte".



Fraser pintou versões do poster de Obama criado por Shepard Fiarey, o célebre retrato em silk screem da Marilyn Monroe de Andy Warhol, a Monalisa de Da Vinci (que ficou um pouco mais satisfeita) e até mesmo arte sacra.


Pintar com o próprio pinto não é uma tarefa fácil, principalmente para obras em grande escala. A pintura, segundo ele, funciona melhor sem uma ereção. Mas há momentos, de traços mais precisos, em que a ereção se faz necessária. Controlar a excitação e e até mesmo os efeitos da queda de temperatura e a sensação gelada da tinta acrílica.



Veja os vídeos de Brent Ray Fraser no Vimeo. (clique aqui)



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Os Tecidos de Yinka Shonibare


O artista plástico britânico/nigeriano Yinka Shonibare explora o colonialismo e pós-colonialismo no contexto contemporâneo de globalização.


Shonibare explora a pintura, escultura, fotografia, cinema, instalações e performances para mergulhar na cultura de diversos povos, em diversos momentos da história e através das classes sociais, para desconstruir e reposicionar a identidade cultural em sua visão política afiada, principalmente na confusa relação política e econômica entre a África e a Europa.




Ele descreve a si mesmo como um híbrido pós-colonial, usando citações irónicas da história da literatura e da arte ocidental, questionando a validade das identidades culturais contemporâneas.






Shonibare nasceu em Londres, em 1962, mas foi criado na Nigéria desde os 3 anos de idade. Retornou a Londres para estudar Belas Artes. Portador de uma deficiência física que limita seus movimentos em todo o lado esquerdo, ele trabalha com assistentes para realizar seus projetos.



Ganhou notoriedade na cena internacional por seu trabalho na Okwui Enwezor Documenta 10 (2002) e foi um candidato Turner Prize em 2004. Em 2005 ele foi premiado com a decoração de Membro da "Ordem do Império Britânico”. 
Participou da 52ª Bienal de Veneza (2007) e a partir de 2008 excursionou pelos mais importantes museus do mundo, entre eles: o Museu de Arte Contemporânea em Sydney; o Museu de Brooklyn em New York; e o Museu de Arte Africana no Smithsonian Institute em Washington DC.


Os tecidos representam um papel central em suas criações por representar um elo entre as culturas e através dos tempos. Seus mais recentes trabalhos distanciam-se da crítica política e são fruto de uma pesquisa mais poética sobre o movimento dos tecidos e a tridimensionalidade das estampas ao vento.






O resultado são imensas esculturas coloridas e até peças de mobiliário como a Windy Chair 1 (Orange and Blue), exposta na Carpenters Workshop Gallery.



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BlackStar, David Bowie


Desta vez David Bowie não obrigou seus fãs a esperar 10 anos pelo próximo álbum. Na última quinta-feira, 19md3 novembro, ele anunciou para janeiro o próximo disco, Black Star, o vigésimo sétimo de sua carreira, lançado três anos após o estrondoso sucesso de The Next Day (2013).


Cada vez mais fora dos limites do pop, em Black Star Ele está mais para um avant jazz eletrônico steam punk futurista. A poucos dias de seu 69º aniversário, o Sr. Camaleão continua não apostando em fórmulas fáceis. Seu objetivo é surpreender. Ele sempre consegue.


The Black Star já tem clip rodando na internet e traz o Rei do Pop em grande estilo e desconcertantemente sedutor. É um pesadelo super produzido por David Lynch e tem astronautas, espantalhos, voodoo, monstros do pântano, dançarinos fantasmagóricos e caveiras.


Bowie aparece com bandagens em torno de sua cabeça e com olhos simplificados pintados sobre o tecido. As cenas de abertura são absolutamente emblemáticas: Uma garota angelical anda sobre a superfície de um planeta pintado e descobre o cadáver de um astronauta, em decomposição. Por debaixo do vestido da menina vemos o rabo do diabo. E quem poderia ser astronauta? Major Tom?


O importante é que Bowie vive e canta: "Eu não sou uma estrela de cinema, eu não sou uma estrela pop, eu sou um blackstar". E é isso mesmo. David Bowie tem sua própria concepção sobre o que é ser uma estrela.

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Ridley Howard


Nascido em 1973 em Atlanta, na Georgia, Ridley Howard é um artista contemporâneo norte americano que vai do abstrato ao figurativo explorando as nuances de cor, as formas e composições com sensibilidade apurada. 
Suas obras são abstrações geométricas precisas, sejam elas paisagens urbanas ou retratos, ou até mesmo cenas de sexo. Howard relaciona-se com a vida, abandonando narrativas e detalhes, transformando-a em imagens imaculadas, que não têm a necessidade de parecerem reais. 






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Stuff No One Told Me


Durante uma crise existencial o designer espanhol Alex Noriega criou uma série de ilustrações com frases que o ajudaram em sua auto-análise e a se encontrar em vários aspectos de sua vida.


Stuff No One Told Me (CoisasQue Ninguém Me Disse) é um divertido e criativo diário, uma espécie de Designer da Depressão, ilustrando situações e pensamentos que são comuns à todos nós em algum momento da vida e que muitas vezes temos que enfrentar sozinhos.




















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