O Surrealismo Minimalista de Matt Crump


O fotógrafo e diretor de arte norte-americano Matt Crump fotografa coisas e pessoas isoladas em um contexto onde as cores ocupam todo o espaço e são protagonistas.
Suas fotos são surreais e minimalistas possuem um clima vintage e remetem a fragmentos dos últimos dias de um verão cheio de histórias. Ele próprio batizou seu estilo de minimalismo dos doces coloridos.















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O ilustre desconhecido membro da Bauhaus


As artes gráficas sempre foram, de certa maneira, tratadas como uma forma inferior de arte. Produzidas geralmente com fins comerciais ou para ilustrar impressos de caráter popular, as artes gráficas fogem do que a maioria entende por "arte".
Um dos momentos mais brilhantes das artes gráficas se deu no começo do século XX, quando movimentos fervilhavam por toda a Europa: O Dadaísmo, a Art Noveau, o De Stijl, o Construtivismo Russo e a Bauhaus.
Todos esses movimentos tiveram nas artes gráficas uma ramificação de grande importância graças ao talento e o trabalho de grandes nomes, alguns pouco conhecidos, como é o caso do alemão Joost Schmidt.


Chamado de “O ilustre desconhecido membro da Bauhaus”, Joost Schmidt foi o primeiro aluno e mais tarde professor da escola fundada por Walter Gropius em 1919.
Dono de um talento incrível, Joost Schmidt foi um dos grandes designers gráficos da história, tipógrafo brilhante e um artista revolucionário.
Nascido em 1893, sua vida artística começou em 1910 quando entrou na Escola de Artes Plásticas do Grão-Ducado da Saxônia, em Weimar. Formou-se no ano de 1913 e, já no ano seguinte, foi nomeado assistente.
Depois de trabalhar na França durante a 1ª Guerra Mundial, ele retornou a Weimar no ano em que a Bauhaus foi fundada e assumiu a cadeira de professor do ensino técnico de escultura.


Em 1923 acontece a primeira grande exposição da Bauhaus e é para esse evento que Schmidt produziu sua peça mais icônica, um cartaz que utilizava muitos elementos geométricos e traduzia perfeitamente não apenas o conceito da Bauhaus.


Em 1929, Schmidt assumiu o curso de desenho da Bauhaus e lá ficou até 1932, ano em que a Bauhaus foi fechada. Mudou-se então para Berlim, onde tentou se recolocar e retomar sua produção. Perseguido politicamente foi proibido de exercer trabalhar como artista e teve todos os seus trabalhos destruídos.


Com o fim da 2ª Guerra Mundial pode voltar a lecionar em 1945, assumindo uma cadeira na Escola Superior de Artes Plásticas de Berlim. Faleceu em 1948.





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